
Agarro-me ao teu corpo sem licença de condução verbal...
...introduzo-me na chave de um movimento abrupto...
...encaixo-me no toque da pele do teu assento...
...respiro na combustão do teu nectar que arde por fricção
Mão firmes ...nu v(i)olante...
...guio-te, conduzo-te...
...reduzo-te nos manipulos salientes do teu painel
Travo-te pelos fios soltos da cabeça do motor...
...tuas marcas bruscas em guinchos deitados no asfalto...
...(es)palmado nas tuas rotações meto o prego a fundo
Acelero-te...desgasto-te...canso-te...
...na linha vermelha invertida abasteço o teu deposito...
...vertes o teu oleo mineral em reação mecãnica...
...no exausto(r) fumo humido de radia(nte)dor
Em excessos de voracidade...
...aspiro-te, lavo-te, seco-te...
...espalho-me em enceradelas a puxar lust(ro) na tua pele...
...pronto a andar em curvas e contra-curvas...
...manobro-te na minha vontade vertiginosa!!
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